O BUDISMO

O NIRVANA
A palavra Nirvana significa o cessar do sofrimento: a etapa final da via budista. Tendo posto fim ao ciclo nascimento/morte/reencarnação, o fiel budista adquiriu todas as qualidades que lhe permitem entrar no Nirvana, aquilo que os cristãos, chamam de Paraíso. Para os budistas, a morte não é o fim da existência, mas uma etapa. Cada pessoa pode passar por muitas vidas e muitas mortes.
A HISTÓRIA DE BUDA

Siddhartha Gautama (Buda) viveu cerca de 2500 anos atrás. Sendo filho de um rei muito rico, ele passou sua juventude sem muitas preocupações.
Aos vinte anos, já casado e com um filhinho, Siddhartha deixou tudo e todos e foi à procura das respostas para o sofrimento que há no mundo. Não parece uma loucura? No entanto, ele estava movido por um desejo muito forte de ajudar as pessoas.
Após alguns anos de ascese (exercícios espirituais que tornam uma pessoa mais virtuosa), ele teve uma iluminação que lhe revelou o conhecimento que ele precisava. A partir disso, por quarenta anos, foi ensinando sua doutrina.
As quatro realidades da vida de uma pessoa, que Siddhartha Gautama descobriu em sua procura, são: a doença, a velhice, a morte e a busca espiritual.

A MEDITAÇÃO

Para os budistas, a meditação é fundamental para alcançar a felicidade no nirvana. Mas, não basta ficar dez minutinhos de olhos fechados, é necessário uma grande meditação que exige anos de treinamento, um esforço que dura a vida inteira.

Há técnicas que ajudam nisso, tais como uma postura correta, concentração numa idéia ou num objeto e recitar palavras sagradas. Alguns budistas olham fixamente o Thanka, uma pintura religiosa circundada de seda.

Existem outros objetos que ajudam na meditação, tais como: a estátua de Buda, um recipiente com água, incenso queimando e emanando seu perfume agradável. Nos templos há uma sala reservada à meditação dos fiéis, mas há também centros dedicados à meditação.


A ORAÇÃO


Muitos budistas não rezam, porque não existe um deus ao qual dirigir-se. Buda não se considerou um deus, portanto não o adoram, mas o respeitam e procuram seguir sua doutrina.

No Tibet existem moinhos e bandeiras feitos de orações, que tremulam ao vento difundindo no mundo as orações que ali estão escritas.

A maior oração é dedicar atenção especial a todos os seres vivos, homens e animais, e tratá-los com respeito.

O MONGE

Em alguns países budistas, garotos e garotas podem viver a vida de monge por um breve período num monastério sem, no entanto, pronunciar votos permanentes.

Durante a cerimônia de consagração, a cabeça dos garotos e garotas serão raspadas e recebem a roupa de monge, geralmente de cor alaranjada.

Os pais ficam orgulhosos e tratarão os filhos com muito respeito. Contudo, quando deixam o monastério, podem retornar à vida normal, casar e, na velhice, reunir-se a Sangha, comunidade monástica.

HINDUÍSMO



TEXTOS SAGRADOS
Os livros sagrados contêm um grande número de histórias, cantos e orações. Os seguidores do Hinduísmo devem honrar os seus deuses e deusas e levar uma vida sadia, cheia de virtudes. Os livros sagrados afirmam que uma encarnação em uma nova vida será possivel dependendo do comportamento de cada um: isso se chama reencarnação. Os textos mais lidos por serem considerados os principais são: Vedas; Mahabarata; Bhagavad Gita; Ramayana e Purunas. No Hinduísmo há textos muito antigos, pois foram escritos a mais ou menos 3.500 anos antes de Jesus nascer.


2 de fevereiro dia de festa no mar.


É o dia em que todos vão deixar os seus presentes nos balaios organizados pelos pescadores do bairro do Rio Vermelho junto com muitas mães de santo de terreiros de Salvador, ao lado da Casa do Peso, dentro da qual há um peji de Yemanjá e uma pequena fonte. Na frente da casa, uma escultura de sereia representando a Mãe d´Água baiana, Yemanjá. Desde cedo formam-se filas para entregar presentes, flores, dinheiro e cartinhas com pedidos, para serem levados à tarde nos balaios que serão jogados em alto mar.
É uma grande festa religiosa baiana, que teve origem no candomblé.
Às 4 da tarde é que saem os barcos que levam os balaios cheios de oferendas a serem lançados em alto mar. Quando as embarcações voltam para a terra os acompanhantes não olham para trás, que faz mal. Diz a lenda, que os presentes que Yemanjá aceita ficam com ela no fundo do mar, e os que ela não aceita são devolvidos à praia pela maré, à noite e no dia seguinte, para delícia dos meninos, que vão catar nas praias os presentes não recebidos por ela.

Guaranis-caiuás festejam - 24/01/2010.

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1417909-7823-INDIOS+CELEBRAM+COLHEITA+EM+MATO+GROSSO+DO+SUL,00.html


Os índios guaranis-caiuás celebraram a colheita do milho branco, que eles chamam de milho saboró, e agradeceram a fartura conquistada. A festa durou três dias, na aldeia de Dourados, no sul de Mato Grosso do Sul.

O dia é de festa para os guaranis-caiuás. Eles celebram a fartura da colheita do milho branco. Desde cedo os mais novos já começam a aprender as músicas de agradecimento, uma maneira de fazer com que a cultura sobreviva.

As mulheres também dançam com os chocalhos e os tacuapús. Seguindo a tradição, os homens colhem e depois as mulheres debulham o milho, o alimento mais importante para a cultura caiuá. “O avô que ensinava e até agora usamos esse ensinamento que aprendemos”, contou Getúlio de Oliveira, índio caiuá.

No centro do barracão de madeira, um balde com a chicha, uma bebida feita a base da fermentação do milho branco. Depois de quase dois dias de reza, a festa chega ao momento mais solene, a dança do guarrú, feita somente por homens, que utilizam o arco. A dança é uma representação do que os criadores do mundo fizeram, segundo a crença indígena.

Toda esta manifestação é para agradar o Deus Ianderú, o maior da cultura caiuá. É uma festa para pedir proteção e também demonstrar respeito pela cultura. “Os guaranis são agricultores, eles tinham uma agricultura de alta produtividade, que foi interrompida pela colonização. Esta festa é uma memória-ritual dessa economia”, explicou Graciela Chamorro, professora de História Indígena.

O batismo do milho branco é realizado em quase todas as aldeias da etnia guarani-caiuá, no sul do estado. Em Dourados foram plantados dois hectares. “Para nós, o milho saboró é muito importante porque o milho amarelo não existe na nossa cultura. O milho saboró é a vida da gente”, disse Valdomiro Osvaldo Aquim, índio caiuá.

Depois de todos os rituais religiosos, o batismo no milho branco encerra com o guaxirú, uma dança alegre, em que toda a comunidade participa. A festa entra a madrugada e os indígenas festejam com a certeza de que a próxima colheita será ainda mais farta.

27 de janeiro Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

Dilma Rousseff participa de ato em memória aos mortos no Holocausto.


Max Schanzer, 83 anos, viu seus pais pela última vez quando tinha 11 — o menino foi arremessado ao trabalho escravo num frio de 20 graus negativos, enquanto seus familiares rumaram para a morte numa câmara de gás.

Não há certeza sobre como os eles realmente morreram: podem muito bem ter sucumbido naqueles vagões de gado, onde os judeus eram amontoados às centenas a caminho da câmara letal em Auschwitz.

Quando acender uma vela hoje à noite, ao lado da presidente Dilma Rousseff, Max Schanzer lembrará dos pais — e de outros 6 milhões de judeus mortos no maior genocídio da história da humanidade.



Max Schanzer, de 83 anos, participará da cerimônia com a presidente
Foto:Jefferson Botega / ZH

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